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Efeitos da baixa autoestima

autoestima

Muitos acreditam que a autoestima baixa está relacionada somente à aparência física, porém não é verdade. Esse é um assunto delicado e que atrapalha vários aspectos da vida de uma pessoa e se não for tratado pode acarretar no aumento da ansiedade, depressão ou até mesmo problemas de relacionamento. 

Esse problema é bastante comum e também prejudica a convivência social, impõe limitações e alimenta crenças limitantes que acabam impedindo pessoas de seguirem o seu desenvolvimento pessoal. Acompanhe esse artigo até o final e saiba mais sobre esse assunto!

O que é autoestima?

De uma forma resumida, a autoestima é a capacidade que temos de valorizar ou não a nossa identidade, se estamos satisfeitos com o que somos, se confiamos em nós mesmos e se reconhecemos o nosso valor. Geralmente, é definida a partir das experiências passadas que irão  influenciar os comportamentos atuais. 

Para a psicologia, a autoestima é a avaliação subjetiva que cada um faz de si, das suas características emocionais e comportamentais. O nível ser alto ou baixo não influencia só nos pensamentos que você tem sobre si mesmo, mas também influencia no seu bem estar, na sua autoconfiança e na sua segurança nos relacionamentos.

Pilares da autoestima

Em abordagens da psicoterapia existem quatro pilares bem definidos da autoestima, sendo a autoaceitação e a autoconfiança, representações da dimensão intrapessoal, e competência social e rede social, a dimensão interpessoal:

Autoaceitação

É ter uma postura positiva para si mesmo como pessoa, é estar satisfeito em relação a si próprio, em acordo e “em casa” com quem você é e com o seu corpo.

Autoconfiança

É quando você tem uma postura positiva em relação às suas capacidades e ao seu desempenho. É ter a convicção de que você sabe como fazer, como alcançar e como superar possíveis adversidades.

Habilidade social

É a sua capacidade de viver experiências sociais com equilíbrio, sabendo conviver com relações fáceis ou mais complicadas. Esse processo inclui a empatia, a aptidão em fazer contatos, a regulação entre distância e proximidade com os outros e as reações emocionais.

Consequências da baixa autoestima 

Ter problemas de autoestima afeta de forma negativa praticamente todas as esferas da nossa vida, incluindo relações pessoais e profissionais, além de questões de saúde física, uma vez que também provoca respostas fisiológicas no organismo. Entre algumas das repercussões estão:

Problemas no relacionamento

Embora muitos casais nutram pleno afeto um pelo outro, a falta de autoestima pode fazer com que prejudique o relacionamento. Isso ocorre, pois começa-se a construir uma relação de troca na qual um lado exige que o outro preencha aquilo que lhe falta. Caso contrário, os desentendimentos acontecem e aos poucos, os conflitos vão enfraquecendo a relação, podendo culminar na dissolução do  relacionamento.

Transtornos da mente

Viver a vida com baixa autoestima é como tentar nada contra a correnteza. De fato, uma das maiores consequências no médio a longo prazo é o surgimento de transtornos mentais, entre eles:

Uma vez que esses problemas aparecem, é preciso procurar o quanto antes um psiquiatra e um psicólogo a fim de realizar o tratamento correto o mais breve possível.

Perda de oportunidades

A falta ou a baixa autoestima aos poucos tira a capacidade que se tem de desfrutar os bons momentos e de acolher boas oportunidades. Afinal, os pensamentos negativos fazem com que se tenha grande dificuldade em valorizar aquilo que se faz bem e reconhecer o bem no outro. Como consequência, pode ocorrer a perda de oportunidades de trabalho, boas amizades, relacionamentos frutuosos, viagens e ensinamentos engrandecedores.

Caso tenha se identificado com alguma das situações mencionadas ou se o problema da baixa autoestima for parte da sua vida hoje, podemos te ajudar! Não deixe de marcar uma conversa inicial com um de nossos terapeutas. Lembre-se, um simples pensamento diferente pode mudar sua visão de mundo e recuperar a parte que faltava para seguir um caminho prazeroso e repleto de aceitação e amor próprio!

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Você sabe quais são os tipos de tesoura escolar?

O uso da tesoura é iniciado nos primeiros anos escolares. A criança recebe estímulos de várias formas: rasgar papéis com as mãos, massinhas de modelar, utilizar pinças e pregadores, e outros. A tesoura exige pré-requisitos importantes:

Fortalecimento muscular (postura funcional com o corpo reto), controle de ombros, braços pulso e mão. E neste momento, na idade de 4 a 5 anos, usamos uma tesoura com bico redondo.

Dependendo da força muscular pode-se utilizar a vai e volta (tesoura azul, sem local para colocar os dedos): a criança faz a força para o cortar e a tesoura volta com sem precisar de controle.

Integração bilateral: a criança em uma mão pega a tesoura e na outra movimenta o papel.

Predominância lateral: definição de qual é a mão dominante e com isso hoje temos as tesouras para destro e para canhoto.

Aspectos sensoriais: coordenação mão-olho para conseguir cortar nas linhas a seguir, para girar o papel e outros.

Aspectos cognitivos a criança deve compreender o que se pede e focar na atividade (concentração).

Força da mão: a criança deve aprender controlar seus dedos, abrir e fechar a mão.

Com tesoura amarela (tesoura compartilhada), a criança segura e a professora ajuda cortando junto, aprendendo o movimento e dosando a força.

O uso da tesoura parece fácil, mas na verdade é necessário treinar bastante e ser estimulado desde de cedo, conforme a criança desenvolve suas habilidades motoras.

 

Glaucia Assumpção é psicopedagoga e atua na Clínica Egolife com avaliação e intervenção neuropsicopedagógica para crianças com dificuldades e transtornos de aprendizagem.

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