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Muito autista ou pouco autista?!?! Nãããããoooooo…

Entenda porque o autismo é um espectro e como identificar os sintomas e sinais

O autismo, ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), como é tecnicamente chamado, é uma condição de saúde caracterizada por prejuízos em três importantes áreas do desenvolvimento humano:

  • habilidades socioemocionais
  • atenção compartilhada
  • linguagem

Atualmente a ciência fala não só de um tipo de autismo, mas de muitos tipos diferentes, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa.

Para definir a grande abrangência do autismo, usa-se o termo “espectro”, pois há vários níveis de comprometimento, desde pessoas com outras doenças associadas (chamada de comorbidades), como deficiência intelectual, até pessoas que têm uma vida comum, independente, porém, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram esse diagnóstico.

Causas genéticas

O autismo é um transtorno multifatorial do qual não se conhece o mecanismo da causa completamente. Um estudo publicado pelo JAMA Psychiatry em 17 de julho de 2019 sugere que 97% a 99% dos casos de autismo têm causa genética, sendo 81% hereditário. O trabalho científico, com 2 milhões de indivíduos, de cinco países diferentes, sugere ainda que de 18% a 20% dos casos tem causa genética somática (não hereditária). E o restante, aproximadamente de 1% a 3%, devem ter causas ambientais, pela exposição de agentes intrauterinos — como drogas, infecções, trauma durante a gestação (leia nosso artigo “Pesquisa confirma que autismo é quase totalmente genético; 81% é hereditário“). No início de 2020, um trabalho científico publicado na revista Cell, com base numa análise do sequenciamento genético de mais de 35.000 pessoas autistas e familiares, identificou 102 genes como sendo os principais relacionados ao autismo.

Após centenas de estudos — entre eles o norte-americano MSSNG, publicado em 2017, na revista científica Nature Neuroscience, considerado o maior programa de estudos genéticos em autismo no mundo, se sabe que testes genéticos podem detectar a causa em 10% a 40% dos casos de TEA dos EUA e Canadá, com taxa maior de detecção quando tecnologias de análises genéticas mais modernas são utilizadas em casos onde o autismo está associado a outros problemas de saúde e sinais clínicos. Como a ciência tem certeza da influência da genética no autismo, existem atualmente mais de mil de genes já mapeados e implicados como fatores de risco para o transtorno. Sendo 102 o número total dos principais genes relacionados ao autismo.

Sinais de autismo na infância

A partir de um ano e meio de idade, alguns sinais de autismo já podem aparecer, até mesmo mais cedo em casos mais graves. Há uma grande importância de se iniciar o tratamento o quanto antes — mesmo que ainda seja apenas uma suspeita clínica —, pois quanto antes iniciem-se as intervenções, maiores são as possibilidade de melhorar a qualidade de vida da pessoa. O tratamento psicológico com evidência de eficácia, segundo a Associação Americana de Psiquiatria, é a terapia de intervenção comportamental — aplicada por psicólogos. A mais usada delas é o ABA (sigla em inglês para Applied Behavior Analysis — em português, análise aplicada do comportamento). Como o tratamento para autismo é interdisciplinar, ou seja, além da psicologia, pacientes podem se beneficiar com intervenções de fonoaudiologia, terapia ocupacional, entre outros profissionais.

Listamos, a seguir, alguns desses sinais, mas é importante ressaltar que apenas três deles presentes numa criança de um ano e meio já justificam uma suspeita para se consultar um médico neuropediatra ou um psiquiatra da infância e da juventude. Testes como o M-CHAT (inclusive a versão em português) estão disponíveis na internet para serem aplicados por profissionais.

  • Não manter contato visual por mais de 2 segundos;
  • Não atender quando chamado pelo nome;
  • Isolar-se ou não se interessar por outras crianças;
  • Alinhas objetos;
  • Ser muito preso a rotinas a ponto de entrar em crise;
  • Não brincar com brinquedos de forma convencional;
  • Fazer movimentos repetitivos sem função aparente;
  • Não falar ou não fazer gestos para mostrar algo;
  • Repetir frases ou palavras em momentos inadequados, sem a devida função (ecolalia);
  • Não compartilhar seus interesses e atenção, apontando para algo ou não olhar quando apontamos algo;
  • Girar objetos sem uma função aparente;
  • Interesse restrito ou hiperfoco;
  • Não imitar;
  • Não brincar de faz-de-conta.

Atenção: estas informações não dispensam a consulta com especialistas para o diagnóstico
Fonte: tismoo

Veja também nosso artigo: Tudo sobre o autismo

Conheça nossos especialistas no diagnóstico e reabilitação de autistas, acesse linktr.ee/egolife

Guia Dor de Cabeça

Dores de cabeça são todas iguais?!?

Geralmente não! O corpo humano costuma das dicas do tipo de dor que se trata! Essas características não são obrigatórias, mas muitas vezes auxiliam a entender o que está acontecendo!

Um dos tipos de dor que gera mais polêmica é a sinusite. A Sinusite é uma infecção aguda ou crônica dos seios da face (umas pequenas bolinhas de ar que ficam nos ossos do crânio). Geralmente é possível sentir latejar dos lados do nariz e entre as sobrancelhas, esses locais também costumam ficar doloridos quando apertados.

Nesses casos também é importante observar se existem sintomas de infecção de vias aéreas (tosse seca, nariz escorrendo ou entupido). É muito raro ter apenas dor relacionada a sinusite e não ter esses sintomas da inflamação e infecção.

A Cefaleia Tensional é mais comum do que se imagina, relacionada ao cansaço, estresse e tensão muscular. Nesses casos geralmente os sintomas são dor em peso, aperto ou queimação nas temporas ou como uma faixa envolvendo a cabeça.

Já a Cefaleia em Salvas é uma das mais insuportáveis. A dor aparece ao redor de um dos olhos, como uma agulhadas muito fortes. Esse mesmo olho por ficar vermelho, lacrimejando, caído e a narina do mesmo lado ficar entupida ou escorrendo durante a dor. Uma característica marcante dessa dor é que melhora com inalação com Oxigênio! A cefaleia em salvas pode estar diretamente relacionada com o ciclo circadiano, já que a regulação do relógio biológico situa-se no hipotálamo.

E a Enxaqueca? Ela costuma doer predominantemente de um lado, é latejante, piora quando a pessoa se movimenta, pode ter incômodo com luz, barulho ou cheiro e é frequente apresentar náuseas ou vômitos. Algumas pessoas apresentam alterações visuais antes ou no começo da dor, como brilhos ou turvação. Essas luzes são chamadas de Aura da Enxaqueca.

Você é uma daquelas pessoas que, frequentemente, sofrem com dores de cabeça? As causas desse incômodo podem ser as mais diversas possíveis e a Osteopatia oferece tratamentos para a maioria delas, incluindo as relacionadas a problemas da coluna cervical, as de origem tensional e as que tenham componentes originários de congestão venosa, obtendo respostas positivas, rápidas e eficazes.

Para ter ideia da dimensão deste sintoma, dados da SBCE (Sociedade Brasileira de Cefaleia) apontam que entre 100 pessoas atendidas por médicos no Brasil, 20 são por conta de queixas relacionadas às dores de cabeça. Esses números evidenciam o quanto a cefaleia pode alterar o dia a dia de quem passa por este problema. Além disso, não é possível traçar um perfil específico dos que mais são atingidos por essas dores, já que elas nem sempre têm relação direta com os hábitos de cada um. (fonte: cbosteopatia)

Consulte nosso serviço de Osteopatia!

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Importância da autoconfiança

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A autoconfiança é essencial em nosso dia a dia, já que proporciona inúmeros benefícios em todas as áreas da nossa vida, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Pessoas autoconfiantes normalmente são admiradas, determinadas e não têm medo de assumir desafios.

Portanto, cultivar este aspecto da personalidade é fundamental para viver com mais satisfação e com menos inseguranças. No entanto, ainda há quem desacredite no poder da autoconfiança e na sua própria habilidade de adquiri-la. 

Continue a leitura e saiba mais sobre este assunto!

O que é autoconfiança?

Em linhas gerais, a autoconfiança é a capacidade que temos de “confiar” em nós mesmos diante de atividades que requerem nossas atitudes de maneira ativa para funcionar. Ou seja, é quando acreditamos que somos capazes de cumprir com determinada tarefa ou exigência.

Posto que, quando acreditamos que somos capazes de fazer algo, começamos a imaginar como teremos sucesso, e assumimos uma postura positiva diante dos desafios. A autoconfiança funciona como um motivador para o comportamento. Se eu acredito que consigo, então vou lá e tento. 

Já no caso contrário, quando não acreditamos, além de mergulharmos em pensamentos depreciativos e inseguranças, nosso corpo se prepara para o ataque, liberando cortisol, e começamos a interpretar que estamos em perigo, o que naturalmente prejudica o nosso raciocínio e pode contribuir para que cometamos erros.

A importância da autoconfiança

A importância da autoconfiança está intimamente relacionada com a nossa capacidade de aceitar novas oportunidades e desafios por sentirmos que temos o suporte adequado para ir adiante. Sem autoconfiança negamos um novo emprego, um pedido de namoro e outras oportunidades que podem  surgir ao longo da vida. 

A autoconfiança é capaz de melhorar a nossa autoestima e fazer com que percebamos o quanto somos capazes e bons em determinadas coisas que nos propomos fazer. Sem esta convicção estaremos sempre com receio de tomar decisões; a dependência emocional pode aparecer e a inteligência emocional fica abalada. A falta de confiança em si enaltece o medo, deixando que esta emoção domine a sua vida e lhe impeça de tomar decisões importantes.

Como desenvolver a autoconfiança?

Após saber a importância da autoconfiança, é preciso pensarmos em estratégias para fortalecê-la dia após dia. Veja quais são:

  1. Saiba reconhecer suas qualidades – Muitas vezes ficamos presos às nossas limitações e defeitos e esquecemos que possuímos muitas qualidades e coisas boas. Faça uma lista de tudo que considera positivo em você mesmo e todas as coisas que já conquistou na vida. Leia em voz alta toda vez que se sentir inferior.
  2. Saia da zona de conforto – Só é possível ser mais confiante quando deixamos de lado os nossos medos e buscamos  o que queremos atingir. Para alcançar confiança rapidamente, coloque-se em situações que lhe tragam medo ou insegurança, mas que os resultados serão positivos. Tente coisas que sempre teve vontade de fazer, mas nunca teve coragem ou oportunidade.
  3. Não espere tanto dos outros – Um passo importante que devemos tomar é o de analisarmos as situações mais friamente e agirmos de acordo com nossas concepções. Porém, isso não significa excluir os pensamentos e opiniões do grupo, mas sim, significa dar importância ao que você também considera sobre determinado ponto.

Assim, você deve começar a tomar suas decisões pessoais com mais assertividade, e não apenas considerando o que os outros estão apontando para você fazer. Exemplo: Escolher o que vestir, onde jantar, que trabalho seguir, que curso fazer na faculdade, e assim por diante.

  1. Entenda os seus limites – É preciso que você também conheça os seus limites e entenda onde você pode chegar. Assim você evita aceitar tudo dos outros e sabe onde se sente mais à vontade para agir. Ao mesmo tempo, poderá focar no aperfeiçoamento de habilidades que antes estavam sendo negligenciadas, para assim elevar ainda mais a sua autoestima intelectual, por exemplo.
  2. Pratique o autoconhecimento – A importância da autoconfiança está intimamente relacionada com a prática do autoconhecimento. Afinal, quanto mais informações você tiver sobre quem você realmente é, o que gosta de fazer e quais são as suas habilidades, poderá agir em meios que geram mais confiança para si.

Por exemplo, quando você conhece a sua verdadeira habilidade profissional, poderá focar neste tipo de trabalho e, consequentemente, sentirá muito mais confiança no seu dia a dia. Pratique o autoconhecimento e desenvolva a sua autoconfiança!

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Autocuidado: por que nos colocamos em último plano?

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Ter autocuidado, ou seja, cuidar de nós mesmos é mais do que importante: é necessário. Fazer isso nem sempre é fácil, já que por muitas vezes a correria do dia a dia interfere diretamente no nosso tempo. Afinal, sempre tentamos nos desdobrar para dar conta de tudo e mais um pouco.

Ainda que essas questões estejam presentes na nossa rotina, é preciso lembrar que  você é a pessoa mais importante da sua vida. Primeiro vem a gente e, depois que ficamos bem, podemos cuidar dos outros. Se não estivermos nos cuidando, como vamos trabalhar, nos preocupar com o próximo, amar e fazer todo resto?

Quando você pratica e prioriza o autocuidado, começa a entender melhor quem você é, o que quer e como pode fazer para melhorar o que é necessário em sua vida. Por isso, hoje vamos falar sobre esse assunto!

O que é autocuidado

O termo autocuidado é a junção de “auto”, que exprime a noção de si, e “cuidado”, que significa a demonstração de atenção. Assim, o autocuidado nada mais é do que atitudes que te levam a cuidar de si envolvendo as várias esferas que compõem a existência humana. Saúde, família, vida profissional, vida amorosa, espiritualidade e vida social são algumas delas.

A partir do momento em que você cria hábitos rotineiros de autocuidado, contribui para uma melhora da sua saúde física, espiritual e psíquica. Com isso, surge outro fato que poucas pessoas conhecem: há diferentes tipos de autocuidado. A seguir, confira alguns dos principais e os benefícios de cada um deles.

Tipos de autocuidado

É importante lembrar que autocuidado não é somente cuidar da pele ou dos cabelos, apesar desses pontos também fazerem parte. Os cuidados vão além e, para saber mais sobre o tema, vamos identificar cada um dos tipos para agir com o objetivo de melhorar nossa vida.

Físico: o corpo não trabalha sozinho, ele funciona em parceria com nossa mente. Então, uma forma de cuidar desse aspecto é fazendo atividades físicas, de acordo com suas possibilidades. Para complementar, manter uma alimentação equilibrada também contribui muito para essa relação. Mas lembre-se: cuidar do seu corpo não é acabar com celulites, pelos ou estrias. O mais importante é ele se manter saudável e consciente.

Social: cuidar de si parece um processo um tanto quanto solitário. E de certa forma é, já que são ações que devemos tomar para benefício próprio. Mas manter laços com pessoas que nos apoiam, praticar a empatia e a compaixão também ajudam no nosso equilíbrio.

Mental: a sua mente merece ser muito bem cuidada e estimulada. Por isso, incluir hobbies na sua rotina, como ler bons livros, pintar, desenhar, bordar, assistir a filmes, cozinhar e etc, fazem com que ela trabalhe de forma saudável.

Emocional: para cuidar desse ponto, um grande fio condutor é o autoconhecimento. Se conhecer mais nos permite enxergar com mais clareza pontos da nossa vida, do comportamento e, assim, identificar possíveis gatilhos que não fazem bem. 

Hábitos de autocuidado

O autocuidado é praticado por meio de hábitos saudáveis que elevam o bem-estar emocional e, consequentemente, melhoram o humor e a disposição.

Olhar para si com atenção, afeto e cuidado é o primeiro passo para iniciar a jornada do autocuidado. Não existe uma receita pronta, pois cada uma tem suas necessidades, rotina e hábitos. Mas existem atitudes que são extremamente positivas e podem ser facilmente adaptadas para a sua realidade.

Pequenas ações podem ter grandes resultados na sua autoestima, no trabalho e em vários outros campos da sua vida. Então, reserve um momento do seu dia e se cerque de coisas boas e que te façam bem de forma genuína. Conecte-se com seu eu de uma forma amigável, amorosa e generosa.

Por fim, entenda o autocuidado como algo essencial para a sua vida. Não se sinta egoísta por reservar um tempo para cuidar de si. Não encare os rituais como uma obrigação e nem se sinta pressionada a fazer nada de uma determinada forma. 

Caso tenha dificuldades mais complexas em relação a sua vida pessoal e profissional, procure um especialista e faça o tratamento adequado. Não deixe sua saúde física, psíquica e emocional de lado. Você pode agendar uma consulta online através do nosso site. 

Conte conosco!

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Efeitos da baixa autoestima

autoestima

Muitos acreditam que a autoestima baixa está relacionada somente à aparência física, porém não é verdade. Esse é um assunto delicado e que atrapalha vários aspectos da vida de uma pessoa e se não for tratado pode acarretar no aumento da ansiedade, depressão ou até mesmo problemas de relacionamento. 

Esse problema é bastante comum e também prejudica a convivência social, impõe limitações e alimenta crenças limitantes que acabam impedindo pessoas de seguirem o seu desenvolvimento pessoal. Acompanhe esse artigo até o final e saiba mais sobre esse assunto!

O que é autoestima?

De uma forma resumida, a autoestima é a capacidade que temos de valorizar ou não a nossa identidade, se estamos satisfeitos com o que somos, se confiamos em nós mesmos e se reconhecemos o nosso valor. Geralmente, é definida a partir das experiências passadas que irão  influenciar os comportamentos atuais. 

Para a psicologia, a autoestima é a avaliação subjetiva que cada um faz de si, das suas características emocionais e comportamentais. O nível ser alto ou baixo não influencia só nos pensamentos que você tem sobre si mesmo, mas também influencia no seu bem estar, na sua autoconfiança e na sua segurança nos relacionamentos.

Pilares da autoestima

Em abordagens da psicoterapia existem quatro pilares bem definidos da autoestima, sendo a autoaceitação e a autoconfiança, representações da dimensão intrapessoal, e competência social e rede social, a dimensão interpessoal:

Autoaceitação

É ter uma postura positiva para si mesmo como pessoa, é estar satisfeito em relação a si próprio, em acordo e “em casa” com quem você é e com o seu corpo.

Autoconfiança

É quando você tem uma postura positiva em relação às suas capacidades e ao seu desempenho. É ter a convicção de que você sabe como fazer, como alcançar e como superar possíveis adversidades.

Habilidade social

É a sua capacidade de viver experiências sociais com equilíbrio, sabendo conviver com relações fáceis ou mais complicadas. Esse processo inclui a empatia, a aptidão em fazer contatos, a regulação entre distância e proximidade com os outros e as reações emocionais.

Consequências da baixa autoestima 

Ter problemas de autoestima afeta de forma negativa praticamente todas as esferas da nossa vida, incluindo relações pessoais e profissionais, além de questões de saúde física, uma vez que também provoca respostas fisiológicas no organismo. Entre algumas das repercussões estão:

Problemas no relacionamento

Embora muitos casais nutram pleno afeto um pelo outro, a falta de autoestima pode fazer com que prejudique o relacionamento. Isso ocorre, pois começa-se a construir uma relação de troca na qual um lado exige que o outro preencha aquilo que lhe falta. Caso contrário, os desentendimentos acontecem e aos poucos, os conflitos vão enfraquecendo a relação, podendo culminar na dissolução do  relacionamento.

Transtornos da mente

Viver a vida com baixa autoestima é como tentar nada contra a correnteza. De fato, uma das maiores consequências no médio a longo prazo é o surgimento de transtornos mentais, entre eles:

Uma vez que esses problemas aparecem, é preciso procurar o quanto antes um psiquiatra e um psicólogo a fim de realizar o tratamento correto o mais breve possível.

Perda de oportunidades

A falta ou a baixa autoestima aos poucos tira a capacidade que se tem de desfrutar os bons momentos e de acolher boas oportunidades. Afinal, os pensamentos negativos fazem com que se tenha grande dificuldade em valorizar aquilo que se faz bem e reconhecer o bem no outro. Como consequência, pode ocorrer a perda de oportunidades de trabalho, boas amizades, relacionamentos frutuosos, viagens e ensinamentos engrandecedores.

Caso tenha se identificado com alguma das situações mencionadas ou se o problema da baixa autoestima for parte da sua vida hoje, podemos te ajudar! Não deixe de marcar uma conversa inicial com um de nossos terapeutas. Lembre-se, um simples pensamento diferente pode mudar sua visão de mundo e recuperar a parte que faltava para seguir um caminho prazeroso e repleto de aceitação e amor próprio!

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Você sabe quais são os tipos de tesoura escolar?

O uso da tesoura é iniciado nos primeiros anos escolares. A criança recebe estímulos de várias formas: rasgar papéis com as mãos, massinhas de modelar, utilizar pinças e pregadores, e outros. A tesoura exige pré-requisitos importantes:

Fortalecimento muscular (postura funcional com o corpo reto), controle de ombros, braços pulso e mão. E neste momento, na idade de 4 a 5 anos, usamos uma tesoura com bico redondo.

Dependendo da força muscular pode-se utilizar a vai e volta (tesoura azul, sem local para colocar os dedos): a criança faz a força para o cortar e a tesoura volta com sem precisar de controle.

Integração bilateral: a criança em uma mão pega a tesoura e na outra movimenta o papel.

Predominância lateral: definição de qual é a mão dominante e com isso hoje temos as tesouras para destro e para canhoto.

Aspectos sensoriais: coordenação mão-olho para conseguir cortar nas linhas a seguir, para girar o papel e outros.

Aspectos cognitivos a criança deve compreender o que se pede e focar na atividade (concentração).

Força da mão: a criança deve aprender controlar seus dedos, abrir e fechar a mão.

Com tesoura amarela (tesoura compartilhada), a criança segura e a professora ajuda cortando junto, aprendendo o movimento e dosando a força.

O uso da tesoura parece fácil, mas na verdade é necessário treinar bastante e ser estimulado desde de cedo, conforme a criança desenvolve suas habilidades motoras.

 

Glaucia Assumpção é psicopedagoga e atua na Clínica Egolife com avaliação e intervenção neuropsicopedagógica para crianças com dificuldades e transtornos de aprendizagem.

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A Importância do PEI: Plano de Ensino Individualizado

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O Plano de Ensino Individualizado, ou PEI,  é um documento preparado a partir do diagnóstico de aprendizagem de um estudante com necessidades educacionais específicas. Este diagnóstico é realizado através de avaliação psicopedagógica com profissionais especializados, para levantamento de necessidades, conhecimentos prévios, potencialidades  e habilidades de alunos com necessidades especiais de educação, transtornos globais de desenvolvimento como o autismo, com altas habilidades ou superdotação ou com dificuldades de aprendizagem.

Cada criança é única e aprende, portanto, da sua maneira, e o PEI visa descrever a necessidade individual de cada aluno para que, usando estratégias adequadas, a escola possa facilitar seu desenvolvimento intelectual e socioemocional e que ele possa aprender de maneira fácil e acessível.

O PEI deve ter a aprovação dos responsáveis pelo aluno e deve ser revisado regularmente, a fim de que a escola possa acompanhar o seu desenvolvimento e rever as estratégias conforme as análises em sala de aula e no convívio desse aluno com a turma escolar.

Conforme a Instrução normativa PRE/IFSP nº 001, de 20 de março de 2017,  o Plano de Ensino Individualizado é composto de informações gerais sobre o estudante, de sugestões de encaminhamentos e de um programa pedagógico específico.

Foi sancionada a Lei 14.254 que prevê assistência integral a aluno com transtorno de aprendizagem, onde educandos com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem que apresentam alterações no desenvolvimento da leitura e da escrita ou instabilidade na atenção que repercutam na aprendizagem devem ter assegurado o acompanhamento específico. Necessidades específicas no desenvolvimento do educando serão atendidas pelos profissionais da rede de ensino em parceria com profissionais da rede de saúde. Fonte: Agência Senado

Como o Plano de Ensino Individualizado funciona para quem tem autismo?

Um PEI bem elaborarado contribui significativamnte para o bom desenvolvimento de uma criança e adolescente com o TEA. Com o PEI, é possível criar um planejamento que dê suporte ao aluno portador de TEA de várias formas – nas questões acadêmicas, sociais, emocionais e comportamentais.

O PEI é exclusivo e individual, portanto é apropriado para uma criança mas pode não dar certo para outra.

A partir do bom uso do Plano de Ensino Individual, a criança aprenderá, da sua maneira, novas habilidades que serão indispensáveis para o dia a dia e para sua formação. Também desenvolverá capacidades de interagir com os colegas durante as atividades em grupo, assim como conquistará novos mecanismos de defesa, como saber pedir ajuda e se comportar de formas socialmente aceitáveis (sem gritar ou agredir, por exemplo).

Com o tempo, e dependendo do grau de TEA, algumas crianças podem desenvolver maior responsabilidade, atuar mais ativamente e colaborar para atingir seu potencial de aprendizagem. Os pais devem sempre cooperar com a educação de seus filhos com TEA e expor quais são as suas principais aflições sobre sua educação, como os potenciais, necessidades e interesses da criança e levar sua experiência de fracassos vivenciadas.

É importante que a criança tenha acesso a uma educação apropriada, facilitada e se beneficie dela, tendo experiências positivas que podem ser replicadas ao longo da vida.

O desenvolvimento do PEI, além do autismo, é necessário também quando há outros transtornos como TDAH, dislexia, paralisia cerebral, discalculia, deficiência intelectual etc., dando um olhar perfeito e individualizado a cada necessidade.

 

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Importância do Plano de Ensino Individualizado

A maioria das escolas não tem familiaridade ou um ambiente favorável para a educação inclusiva ou com o plano de ensino individualizado. Desta forma, isso acaba dificultando o ensino de grande parte dos professores, já que precisam dar as suas aulas “normais” e a criança com um necessidades especiais não consegue acompanhar e nem aprender da mesma maneira.

O Plano Individual de Ensino não é somente responsabilidade da escola, mas também dos pais que tem uma criança com necessidades especiais. A criança também pode colaborar no desenvolvimento do seu plano, pois ela pode comentar sobre suas vivências e experiências sobre a vida escolar.

Nos Estados Unidos o sistema educacional já utiliza o PEI com um ambiente especializado dentro da escola. Na nossa realidade ainda se caminha a passos lentos. Muitas crianças com necessidades especiais têm experiências horríveis de fracasso escolar e esse histórico fica gravado por toda a vida. Facilite o desenvolvimento do seu filho, faça com que a experiência de aprendizado dele seja cheio de sucessos e que este trabalho lhe dê confiança e desenvolva ao máximo o seu potencial.

Nosso setor de psicopedagogia atua ativamente no desenvolvimento de PEIs, conte com a gente! Agende já aqui linktr.ee/egolife

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Síndrome de Burnout agora é uma doença ocupacional

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A Síndrome de Burnout é um transtorno psíquico originado pelo cansaço extremo, e que possui relação com o trabalho afetando a pessoa em diversos setores da sua vida.

Também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, é uma doença já reconhecida pelas leis trabalhistas e previdenciárias brasileiras como uma doença ocupacional. Com isso, ela é similar ao acidente de trabalho e fornece direitos e garantias, que são muitas vezes desconhecidos pelos empregados segurados.

Esta nova classificação foi aprovada durante a 72ª Assembleia Mundial da Organização Mundial da Saúde — OMS, e passou a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2022.

Continue a leitura e saiba mais sobre esse assunto!

Entenda sobre a Síndrome de Burnout

A síndrome do esgotamento profissional é resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso e tem as seguintes características:

  • Sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia;
  • Aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho;
  • Redução da eficácia profissional.

Pelo Ministério da Saúde brasileiro, os sintomas envolvem nervosismo, sofrimentos psicológicos e problemas físicos (como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas). Sendo que, o estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.

Estes sintomas são diferentes da depressão ou ansiedade por estarem ligados diretamente ao trabalho, mas podem levar a quadros mais sérios envolvendo as doenças citadas.

O diagnóstico deve ser feito por um profissional de saúde como um psicólogo, um psiquiatra ou um médico qualificado.Geralmente, os casos são mais frequentes entre profissionais jovens de áreas como tecnologia, saúde e educação, mas na teoria qualquer pessoa pode desenvolver a doença caso não consiga lidar com o estresse frequente.

O que muda para o trabalhador

Caso o profissional de saúde dê o diagnóstico positivo para Burnout é possível pedir uma licença médica de 15 dias para se recuperar. Durante este período o trabalhador segue recebendo sua remuneração normalmente sem sofrer nenhum prejuízo.

Entretanto, caso o funcionário necessite de mais dias para se recuperar ou realizar algum tratamento é possível entrar com uma ação trabalhista. Para isto, é preciso comprovar o diagnóstico com documentos e uma declaração do médico responsável pelo tratamento.

Neste caso, o trabalhador tem direito aos benefícios por afastamento devido a uma doença ocupacional, que são: saque do FGTS, auxílio-doença, indenizações e estabilidade garantida por 12 meses após retornar ao trabalho.

O impacto da Síndrome de Burnout nas empresas

No caso do empregador, como a Síndrome de Burnout agora é reconhecida como ocupacional, cabe a ele zelar para que seus empregados tenham um ambiente de trabalho adequado com o menor estresse possível.

Dentre as opções estão desenvolver estratégias para reduzir a sobrecarga de trabalho sobre os funcionários, incentivar uma política de colaboração entre todos evitando atitudes que aumentem o estresse e, consequentemente o esgotamento emocional, pois ambos podem levar ao desenvolvimento de Burnout e outras doenças mais graves.

É importante lembrar que Burnout é uma doença classificada como ocupacional, dessa forma, se provado, o empregador pode ser responsabilizado e até mesmo obrigado a pagar indenizações caso ele não ofereça condições dignas de trabalho para seus funcionários.

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Psicologia infantil: quando crianças devem ir ao psicólogo

psicologia infantil

Todas as fases da vida são desafiadoras e requerem capacidade de solucionar problemas e viver em harmonia com a mente e o corpo. Porém, com a rotina cada vez mais estressante e padrões muitas vezes difíceis de serem atingidos, os problemas psicológicos têm sido cada vez mais frequentes, sejam eles causados pelo meio externo, traumas ou fatores genéticos.

O ideal é observar o comportamento da criança: qualquer mudança brusca ou atitude não habitual merece ser investigada. Se você quer descobrir os sinais de que seu filho (a) precisa de um psicólogo infantil, acompanhe o artigo até o final!

O que é psicologia infantil?

A infância é uma fase de descobertas e aprendizado tanto para a criança, quanto para os pais. É nela que os pequenos desenvolvem suas capacidades cognitivas, criam interesse por atividades e começam a formar a sua personalidade. Porém, assim como em todas as fases, essa pode ser muito conturbada quando os pais não conseguem lidar com todo esse mar de descobertas ou quando não aceitam que o filho precisa de orientação psicológica.

Portanto, a psicologia infantil existe para acolher os pais e as crianças, dar suporte a eles e guiá-los com técnicas e métodos a fim de acabar com os medos e inseguranças. Através de brincadeiras, esse profissional acessa os sentimentos de forma lúdica e sem que a criança se sinta acuada, oferecendo um ambiente onde ela se sinta segura e confortável para ser quem é. Assim, identifica os conflitos, busca maneiras de lidar com eles e orienta os pais a melhor forma de conviver e tratá-los.

Quando procurar um psicólogo infantil?

Alguns comportamentos indicam que é necessário a ajuda de um psicólogo infantil. Tristeza, prostração, apatia, perda de interesse, agressividade ou choro excessivo, por exemplo, podem ser sinais de que algo não vai bem. Veja a seguir os principais indicativos de que é hora de procurar um psicólogo infantil.

Alteração brusca ou exagerada de comportamento – De fato, pode acontecer da criança mudar de forma exagerada seu modo de se comportar, sem que isso necessariamente signifique um problema. No entanto, em alguns casos, as mudanças podem prejudicar a saúde ou os relacionamentos, gerando sofrimento.

Normalmente, essas alterações significativas no comportamento infantil ocorrem em determinadas situações. Durante o sono, quando a criança faz xixi na cama ou se recusa a dormir sozinha, quando antes o fazia. Na alimentação, quando a criança passa a comer de forma exagerada ou deixa de ter apetite. Ou, ainda, na escola, demonstrando problemas comportamentais ou de aprendizagem, por exemplo.

Comportamentos agressivos – A agressividade exagerada, quando não resolvida por conversas em família, pode ser um sinal de que a criança não está lidando bem com algum sentimento ou situação. Dessa forma, é indicado procurar ajuda profissional. O psicólogo infantil irá apoiar os pais e responsáveis na descoberta da origem dos comportamentos agressivos e até poderá ajudar na abordagem dessas emoções.

Dificuldades em interagir com outras crianças – Seu filho tem dificuldades para interagir com outras crianças? Não consegue fazer amizades? Esses sinais podem denotar bem mais do que uma mera timidez. Observe se ele tem dificuldades na comunicação verbal ou mesmo problemas com processos criativos. É importante que os pais não “diagnostiquem” esses fatores como uma personalidade mais introvertida. Eles podem ser indicativos de problemas psicológicos.

Regressão de alguma fase do desenvolvimento – A regressão de alguma fase do desenvolvimento pode ser bastante comum quando há a chegada de um irmão mais novo, por exemplo. Ou, ainda, em situações em que a criança se sente insegura por algum outro motivo. Nesse sentido, é importante ficar atento e se a criança voltar a repetir comportamentos de uma fase anterior do desenvolvimento infantil, o acompanhamento de um profissional pode ajudar bastante.

Saúde prejudicada – Às vezes, as crianças ficam doentes sem que os pais encontrem uma causa biológica ou física para esse quadro. Isso acontece porque é comum que as crianças não consigam verbalizar suas dores e inseguranças. E, então, aparecem sintomas, comportamentais ou mesmo físicos. Ou seja, é o corpo falando pela criança.

Desse modo, se seu filho ou filha está apresentando sintomas, como febre ou dor de barriga, sem que exista uma explicação médica, é importante procurar ajuda profissional. Um psicólogo infantil irá ajudar a identificar a situação que está desencadeando essa situação.

Situações traumáticas de perda ou de luto – Morte na família, acidentes, mudanças de endereço e qualquer outra alteração drástica na rotina da criança são motivos de atenção. Existe um tempo para lidar com a perda, mas, se as emoções persistirem de forma intensa, deve-se recorrer ao psicólogo.

Por fim, nem sempre é só a criança que precisa de acompanhamento. Além de procurar um psicólogo infantil, talvez seja necessário que os pais também façam um tratamento, uma vez que eles podem ser a origem dos problemas.

De qualquer maneira, é fundamental ficar de olho no comportamento da criança e como ela reage em diferentes situações. Não deixe a saúde mental do seu filho (a) para depois! Se identificar alguns dos sinais acima, procure um profissional.

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Relação da síndrome de asperger com o autismo

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Provavelmente você já ouviu falar em Autismo, mas e em Síndrome de Asperger? Trata-se de um transtorno neurobiológico que fica dentro da categoria dos Transtornos de Neurodesenvolvimento. Ele pode ser facilmente confundido com o autismo, pois possui sinais e sintomas muito parecidos e saber estabelecer o diagnóstico correto é essencial para começar o tratamento mais adequado.

Dentro da lógica do TEA – Transtorno do Espectro Autista, de acordo com o novo manual de diagnóstico da Associação Americana de Psiquiatria (DSM-5), os dois estão dentro da mesma condição. Ou seja, por estarem no mesmo espectro, o que os difere é a intensidade na manifestação dos sintomas.

Quer saber mais sobre essas patologias e suas relações? Continue a leitura deste artigo e entenda como diferenciá-las.

Sinais que auxiliam no diagnóstico do autismo

O autismo pode ser percebido nas crianças por volta do um ano e meio, quando já há indícios das primeiras interações sociais da vida. Esse transtorno gera em pessoas baixo interesse pelo convívio social e dificuldade de socialização. Outro ponto também também relevante é que a criança autista geralmente tem problemas de se comunicar com eficiência.

Além disso, também é comum que as pessoas com autismo apresentam comportamentos característicos. Andar na ponta dos pés e falta de empatia são alguns desses costumes. Contudo, o alcance e a gravidade dos sintomas manifestados podem variar consideravelmente. Portanto, pessoas autistas podem apresentar total desinteresse para com o convívio social, como também ter uma vida considerada “normal”, de acordo com o grau de autismo apresentado.

Características da síndrome de Asperger 

A Síndrome de Asperger geralmente é descoberta nas crianças quando elas têm por volta dos três anos, idade em que as interações sociais nos ambientes são mais vívidas e perceptíveis. Ao contrário do autismo, as pessoas com esse transtorno têm interesse pelo convívio em sociedade. Além disso, outra característica é a maneira rebuscada de se expressar, composta de fala prolixa e termos “difíceis”.

O transtorno apresenta características peculiares. As pessoas com Asperger podem apresentar hiperatividade, comportamentos impulsivos e anti sociais, movimentos repetitivos – tanto nos gestos quanto na fala, entre outros. A criança também pode se desenvolver com má coordenação.

Qual a diferença entre a Síndrome Asperger e Autismo?

Para começar, é importante dizer que o autismo é um transtorno de desenvolvimento que leva ao comprometimento global da interação social com comportamentos repetitivos e restritos, além de problemas de comunicação social.

Por outro lado, mesmo que o portador da síndrome de asperger também possa apresentar essas características, o que difere é a intensidade, a profundidade e a gravidade dos sintomas entre os dois transtornos. O autismo leva a um comprometimento de linguagem, de comunicação, além de aspectos que dizem respeito à sensibilidade, ao ato alimentar e ao sono. Isso leva o autista a enfrentar tudo de forma severa e, por isso, depende de uma interação maior dos responsáveis.

O asperger, por sua vez, é o contrário, pois os sintomas são relativamente mais brandos e a pessoa fala muito bem, pode se expressar de forma rebuscada. A criança consegue ser mais independente, embora apresente comportamentos ‘estranhos’, no que diz respeito à interação social.

Tratamento 

Ainda não há uma cura para o Autismo e, consequentemente, para a Síndrome de Asperger. Isso ainda está sendo investigado, mas é bastante difícil já que se acredita que as causas estão ligadas a fatores genéticos e também ambientais, mas ainda não se sabe quais.

Embora os transtornos tenham suas particularidades, o tratamento deve ser feito basicamente com terapias. No caso do autismo, ainda existem medicamentos que podem ser tomados para melhorar a qualidade de vida de quem possui o transtorno. Com o tratamento adequado e o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar com fonoaudiólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais, entre outros, é possível combater esses problemas de desenvolvimento.

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